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O futuro da Mata Atlântica

Publicado: Terça, 22 de Outubro de 2019, 16h00 | Última atualização em Quarta, 23 de Outubro de 2019, 10h59 | Acessos: 174

 

Sérgio Lucena

Instituto Nacional da Mata Atlântica

 

Dia: 22/10 (terça-feira)

Horário: 16h

Local: Auditório do 6° andar, Edifício César Lattes, no CBPF, à rua Dr. Xavier Sigaud 150, Urca, Rio de Janeiro (RJ)

 

Será servido um café antes do Colóquio.

Entrada gratuita, sem necessidade prévia de inscrição. Público externo deve apresentar documento de identificação na portaria.

Transmissão ao vivo pelo canal do CBPF no YouTube (www.youtube.com/CBPFvideos), onde os eventos anteriores estão arquivados.

 

Resumo:

A Mata Atlântica vem evoluindo há dezenas de milhões de anos, acompanhando as mudanças geomorfológicas e climáticas da América do Sul. A presença da espécie humana na Mata Atlântica remonta há, no máximo, algumas dezenas de milhares de anos. As populações pré-colombianas certamente alteraram a estrutura dessa floresta, mas somente após a colonização europeia o bioma passou por uma transformação radical, sobretudo nos últimos 100 anos, provocando a erosão da biodiversidade e comprometendo os serviços ecossistêmicos, como fornecimento de água de qualidade, proteção dos solos, polinização da agricultura e equilíbrio climático. Nas últimas três décadas a Mata Atlântica vem se regenerando em muitas áreas de cultivos abandonados, indicando um potencial de restauração em médio e longo prazos. Os esforços científicos, aliados a políticas públicas focadas na recuperação dos ecossistemas nativos, são fundamentais para o planejamento de um futuro que proteja a biodiversidade e melhore a qualidade de vida das pessoas que habitam a região da Mata Atlântica.

 

 

BREVE CV: 

Possui graduação em Ciências Biológicas pela Universidade Federal do Espírito Santo - UFES, Mestrado em Ecologia pela Universidade de Brasília e doutorado em Ecologia pela Universidade Estadual de Campinas. É professor titular do Departamento de Ciências Biológicas da UFES, atuando na graduação e pós-graduação. Foi Coordenador do Programa de Pós Graduação em Biologia Animal. Tem experiência na área de Ecologia, com ênfase em Biologia da Conservação da Mata Atlântica, atuando principalmente nos seguintes temas: conservação de mamíferos; zoologia histórica; ecologia e conservação de primatas; biodiversidade e saúde. Atualmente é Diretor do Instituto Nacional da Mata Atlântica, unidade de pesquisa do MCTIC.

 

Mais informações sobre o palestrante:

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/1602984794287955

 

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