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O CNPEM e a nova Fonte de Luz Síncrotron Brasileira, Sirius

Publicado: Segunda, 25 de Novembro de 2019, 16h00 | Última atualização em Terça, 03 de Dezembro de 2019, 15h40 | Acessos: 101

Antonio José Roque da Silva

Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais

 

  

 

Dia: 02/12 (segunda-feira)

Horário: 16h

Local: Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, no CBPF, à rua Dr. Xavier Sigaud 150, Urca, Rio de Janeiro (RJ)

Será servido um café antes do Colóquio.

Entrada gratuita, sem necessidade prévia de inscrição. Público externo deve apresentar documento de identificação na portaria.

Transmissão ao vivo pelo canal do CBPF no YouTube (www.youtube.com/CBPFvideos), onde os eventos anteriores estão arquivados.

 

Resumo:

O uso de luz síncrotron, pelas mais variadas áreas do conhecimento, tem tido mundialmente um crescimento contínuo. Isso, em parte, se deve ao aumento sistemático do brilho ao longo dos anos, o que permite novos experimentos e novas técnicas experimentais. O Brasil, por meio do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), desenvolveu a tecnologia e construiu uma máquina de segunda geração, única na América Latina. Em 1997, deu-se início à operação do LNLS, como instalação aberta, com suas atividades pioneiras em ciência com luz síncrotron, dando origem ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), um complexo de quatro Laboratórios Nacionais que reúne: o próprio LNLS; o Laboratório Nacional de Biociências (LNBio); o Laboratório Nacional de Nanotecnologia (LNNano) e o Laboratório Nacional de Biorrenováveis (LNBR).

Desde 2009 o LNLS tem trabalhado no projeto e construção do novo síncrotron brasileiro – Sirius, um projeto 100% nacional. Esta será uma das maiores e mais complexas infraestruturas científicas já construídas no país, uma das primeiras máquinas de 4a geração e um dos projetos mais avançados do mundo. Sirius abrirá enormes oportunidades para o estudo de materiais - orgânicos e inorgânicos - com grau de detalhe sem precedentes, fornecendo ferramentas de pesquisa de ponta inexistentes hoje no Brasil. Neste colóquio serão apresentadas uma visão geral do CNPEM, e as principais características, potencialidades e status do projeto Sirius. 

 

 

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Antonio José Roque da Silva

(Crédito: Google Imagens)

 

 

BREVE CV: 

Antonio José Roque da Silva é Diretor-Geral do Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), Diretor do Projeto Sirius e Professor Titular do Instituto de Física da Universidade de São Paulo (IFUSP). Tem graduação e mestrado em Física pela Unicamp, doutorado e pós-doutorado pela Universidade da Califórnia, em Berkeley, e pós-doutorado pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles. Atua em Física da Matéria Condensada e Física Atômica e Molecular. É Membro Titular da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e, em 2018, foi agraciado com a medalha Nacional da Ordem do Mérito Científico. 

 

Mais informações sobre o palestrante:

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/8647243878678518

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