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Desvelando o déficit do Regime Próprio de Previdência Social

Publicado: Terça, 21 de Maio de 2019, 16h00 | Última atualização em Quarta, 04 de Setembro de 2019, 14h13 | Acessos: 150

 

Mirelli Malaguti Ferrari

Núcleo de Estudos Internacionais,

Universidade Federal do Rio de Janeiro

 

Local: Auditório Ministro João Alberto Lins de Barros, no CBPF, à rua Dr. Xavier Sigaud 150, Urca, Rio de Janeiro (RJ)

Dia: 21/05 (terça)

Horário: 16h

Entrada gratuita, sem necessidade prévia de inscrição. Público externo deve apresentar documento de identificação na portaria.

 

 

Resumo:

O debate sobre a previdência dos servidores no Brasil é dominado por uma certeza: há que se acabar com os privilégios. Mas ninguém sabe que, desde a reforma de 2004, a aposentadoria dos servidores públicos é calculada como a dos trabalhadores do setor privado, seguindo inclusive o teto do INSS. Diferentemente dos mesmos, os servidores ainda têm que seguir a regra da idade mínima.

Embora todos os Regimes Próprios de Previdência Social (RPPS) sejam deficitários, o sistema, do ponto de vista atuarial, é sustentável ao longo do tempo. Para entender esses resultados, torna-se fundamental estudar como chegamos até a ele e qual deveria ser a verdadeira reforma.

 

BREVE CV: 

Professora do Núcleo de Estudos Internacionais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (NEI/UFRJ), assessora técnica em finanças e políticas públicas e gestora na administração pública. Graduada pelo Instituto de Economia da UFRJ (IE/UFRJ), mestre em economia pelo Programa de Pós-graduação em Economia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2007) e doutora pelo IE/UFRJ.

Especialista em orçamento público, tendo desenvolvido atividades de assessoria e consultoria com entidades especializadas no assunto, ONGs, entidades de classe, poder legislativo e executivo.

 

Mais informações sobre a palestrante:

CV Lattes: http://lattes.cnpq.br/4408609931201508

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